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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

À mercê do tempo

Derreti-me no seu beijo
Desmontei-me em seu abraço
Adormeci em um cafuné
Fui acordado com uma lambida
Empolguei-me com uma mordida
Apossei-me do seu colo
Perdi-me no seu olhar
Concentrei-me em seu sorriso
Viajei no seu perfume
Esqueci-me do resto
Resto? Que resto?

A hora passou despercebida. Muitas horas.
E você teve que ir embora.
Tempo cruel! Tempo invejoso!

 

“Será que o tempo tem tempo pra amar ou só me quer tão só?” (Móveis Coloniais de Acajú)

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