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sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Ainda sobre o tempo
domingo, 16 de agosto de 2015
Hoje o tempo voa, amor
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| Fonte: https://flic.kr/p/6u5SXv |
Há certo tempo adotei para minha vida a filosofia de “fazer sempre aquilo que estou com vontade”, após ganhar um conselho fantástico de um primo mais velho. Decidi insistir nisso. Fazer o que estou com vontade, desde que não me prejudique ou aos outros. Aos outros principalmente. E como isso tem feito diferença no meu dia a dia! Claro que não é uma coisa que resolve todos os percalços da vida, mas é um plus na caminhada.
Somos nós que vamos criando limites para nossa vida, com nossos cérebros cada vez mais over pensantes, tentando nos encaixar aos modelos da sociedade. Só que a sociedade sempre foi e sempre será muito cruel nos julgamentos e nas cobranças. Como li em um texto muito bom por esses dias: "Não importa como eu escolha viver a minha vida, as alternativas vão sempre estar erradas para os outros". Então, se o que você vai fazer para aproveitar sua vida sempre será errado para alguém, por que você vai deixar de fazer? Repetindo, acho que basta que sua ação não prejudique os coleguinhas.
Todavia, uma das coisas ruins de sermos humanos é estarmos suscetíveis ao causar mal inconscientemente aos outros, por alguma palavra dita sem pensar, por algum sentimento bobo nutrido, por nossas manias, nossos comportamentos padrões e por aí vai... Infelizmente não dá pra ser perfeito. Tem que ir tomando cuidado durante a prática das loucuras e ir se perdoando pelos erros e descuidos nossos, sempre caindo no clichê de ir aprendendo com eles.
Ainda que a sua vontade de aproveitar a vida naquele dia seja deitar na cama com um pote de sorvete, vendo seriado, só de satisfazê-la vai te dar prazer. Se não está legal, procure outra vontade! Precisamos aproveitar a vida, de alguma maneira, pois o tempo parece que tem passado com uma velocidade ainda maior que há alguns anos e o sentimento de não ter vivido o suficiente vem com muita facilidade.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Padrões
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Ignorando o estresse
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| Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2014/02/estresse1.jpg |
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Os loucos são felizes
domingo, 20 de julho de 2014
Mude algo
Você percebeu que o lado mais torto tinha uma leve retidão. As cores mais destacadas não eram mais as mesmas. Você ganhou um novo filme favorito. Sua cama está mais perto da janela. Você passou a sentir um raio do sol no seu dedão do pé, durante as primeiras horas da manhã. A lua te conquistou. Suas pernas não são tão finas afinal e seu cabelo pode ser mais curto e você continuar bonito. O vizinho de cima só tem a cara de bunda. Sua chefe gosta de abraço tanto quanto você. Há um pé de maracujá do lado do seu prédio e tem um casal de corujas morando nele. Filme de terror pode não ser tão aterrorizante assim. A moça da limpeza sorri lindamente quando recebe um "bom dia". Domingo é um dia totalmente produtivo. No caminho alternativo para a parada de ônibus tem uns pés de amora que quase ninguém vê. Jenipapo tem um gosto muito bom.
De um momento sozinho, você passou a compreender suas próprias loucuras e descobrir que o mundo tem muito mais do que você imaginava. E foi percebendo, durante o percurso, o sentido das coisas sendo reformulado, as importâncias se perdendo e novos valores brotando de conceitos quebrados propositalmente. Você começou a enfatizar coisas antes efêmeras, a ouvir outras músicas, a entender outros assuntos, a ver outros caminhos, a compreender outras pessoas... Outras características desabrocharam e alguns comportamentos foram substituídos.
Mude algo e entenda.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Despedida
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Os estranhos porquês que ouvimos em casa
É falta de água.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Quando a esperança nos fode
domingo, 12 de maio de 2013
Mãe
E desculpem-me as outras mães, pois a minha é a melhor do mundo!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Fugindo da rotina
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Coisas entaladas
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Histórias repetidas
- A menina começa a ficar com o menino. Ela se apaixona e os dois mantêm um romance por algum tempo. Repentinamente o menino decide que é hora de pararem de ficar, pois não é momento para se ter um relacionamento. A menina, com certa relutância, aceita a decisão. Passado algum tempo (talvez em curto espaço de tempo), o menino muda o status do Facebook para namorando ou mesmo para casado. – História bem parecida com a do filme “500 dias com ela”.
- A família reúne-se para o Natal. Todos socializam da melhor maneira possível, comendo, bebendo e compartilhando novidades. Do nada, um dos assuntos traz uma discussão desagradável. Os humores se exaltam, as vozes se alteiam, copos são quebrados e por pouco não acontece uma briga física. Termina com um dos familiares indo embora ofendido. Passado um tempo, estão todos confraternizando juntos novamente.
- Duas amigas quase inseparáveis, daquelas que compartilham segredos e gostos, apaixonam-se pelo mesmo rapaz. Uma consegue “pegá-lo” e a outra fica ressentida chupando dedo. A amizade fica temporariamente abalada.
- No primeiro dia de aula de uma faculdade, um garoto chega atrasado uma vez e ainda cochila na aula. Um dos colegas de classe o observa. Durante os dias seguintes, na mesma semana, o garoto repete o comportamento de chegar atrasado e cochilar. O garoto que o observava logo o classifica como mau aluno, como preguiçoso. Contudo, quando chega a época de provas, o suposto preguiçoso tira ótimas notas, se não as melhores da turma. Ele se manteve cansado por um tempo, possivelmente, por estar com problemas em casa, mas seu comportamento, sem explicações, foi mal interpretado e sua personalidade logo rotulada. – O tal efeito halo.
- A menina vivia afirmando que nunca faria certa coisa. Repetia incansavelmente para Deus e o mundo que nunca faria aquilo. Um dia, “paga língua”.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Adeus, 2012! Feliz 2013!
Algumas vezes o ano não foi assim grande coisa. Ou talvez o ano tenha sido bom, mas estávamos tão estressados, cansados e envolvidos pelos problemas que acabamos não dando a devida atenção à parte boa. Mais uma vez, é o tal referencial alterando os sentidos, para o bem ou para o mal.
domingo, 9 de dezembro de 2012
O amor é cego?
Todos já ouviram a expressão “O amor é cego”, geralmente com o pouquíssimo sentido literal. Acho a expressão totalmente válida, mas gosto de dar uma interpretação mais romântica para ela.
Normalmente dizem que o apaixonar-se é colocar de lado todo o senso crítico e ver, por exemplo, o feio como bonito, as partes ruins como boas e por aí vai. Concordo que em partes é assim, porém o amor vai além do físico e do concreto. Há muita coisa abstrata envolvida.
Não acho que seja uma perda de senso crítico e sim uma valorização de coisas que agradam somadas a uma aceitação carinhosa dos defeitos. Toda a parte bonitinha se tornando bonitona, em uma ênfase sem fim nos detalhes pequenos. E os defeitos acabam por completar o que dá charme ao conjunto da obra.
Não é verdade que quando gostamos de alguém, independente do sentido do verbo, este alguém se torna perfeito pra gente? Então! O conjunto dos defeitos e qualidades daquela pessoa a tornam única. E você gosta dela daquele jeitinho. Você gosta do sorriso torto, do jeito desastrado, do cabelo desgrenhado, daquele cinto brega que ela insiste em usar, da mania feia de roer as unhas, daquele nariz enorme, das pernas finas...
Depois de conquistado, não existirá mais no mundo pessoa igual. Por mais beleza que houver. A sua pessoa é a mais bela!
sábado, 24 de novembro de 2012
Sofrer é perda de tempo!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Esperam
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Gira mundo, gira
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Tirando as próprias conclusões sobre as pessoas
domingo, 19 de agosto de 2012
Não se importe!
É extremamente prazeroso o sentimento de fazer algo com toda vontade, se deixando ser ridículo, sem se importar com o olhar repressor ou palavras alheias. O sentimento que vem do não se importar é uma delícia! Liberdade pura.
Talvez eu seja louco mesmo. Louco ou qualquer coisa parecida. Ou talvez o mundo que seja normal demais. Pois não tenho medo de parecer ridículo. Cometer um excessozinho, uma loucurazinha, arriscar uma dança louca, falar um monte de merda... Eu me divirto.
Julgar, reprimir, criticar, tirar sarro são coisas que sempre fazem, independente se você é a pessoa mais certa do mundo. Então a melhor decisão é mesmo a de não se importar. Quando você não se importa, coisas que incomodariam não incomodam, o que impediria de você se divertir à sua maneira não impede mais. Não existem repressões. Você é o que você quer ser naquele momento, se diverte de verdade e que se dane o resto!
O único problema é que não se importar não é tão fácil. Porém, uma vez que se consegue, a sensação é realmente muito boa.
Deixemos os loucos ridículos serem loucos e ridículos e sejamos loucos e ridículos também!











