Claro que música não foi feita apenas para dançar! Sua utilidade é tão extensa que acho que seria complicado enumerar a quantidade de sentimentos e situações vindos do ato de ouvi-la ou reproduzi-la.
“A música possui a capacidade estética de traduzir os sentimentos, atitudes e valores culturais de um povo ou nação.”
Música acalma, anima, traz saudade, muda o humor, instiga ‘dor de cotovelo’, nostalgia, dramatiza cenas, é linguagem de comunicação, usada como protesto e por aí vai. Você sempre liga uma música a alguém ou a um momento. E, muitas vezes, sem perceber, cria uma trilha sonora para a própria vida.
Sentimentalmente falando, ouvir música é algo tão prazeroso. Tão intenso, às vezes. E afirmo com veemência que um dia sem música é um dia sem tempero. O subconsciente sempre agradece! É bom sermos eternamente gratos à pessoa ou pessoas que tiveram a ideia de inventá-la.
Sem entrar na discussão do gosto musical, é engraçado também perceber o poder que algumas músicas têm de ficar na cabeça por horas ou até dias. E na grande maioria das vezes são sempre aquelas que você mais detesta. Quando percebe também está cantando. Rs.
“O pinto! O pinto do meu pai fugiu com a galinha da vizinha....”
“Adocica, meu amor. Adocica...”
“Chora me liga, implora meu beijo de novo, me pede socorro...”
“Você, você, você, você, você, você, você quer?”
(...)
Enfim. Não consigo imaginar um dia sequer que não tenho música por perto. Mesmo que ainda eu não ouça, alguma coisa eu cantei sem perceber. É fato que música tem imenso poder influenciador e adoro tirar proveito disso. E se existe alguém no mundo que não gosta, façam o favor de interná-lo, amarrá-lo e colocá-lo com dois fones ouvindo música sem parar! Rs.
Aproveitando e indicando algumas…
As recomendações musicais do post de hoje serão um pouco variadas no estilo…
Novamente o famoso Dj Tiësto lançou uma parceria, desta vez com a dupla de gêmeas Tegan and Sara, bastante conhecidas por músicas de trilhas sonoras como Grey’s Anatomy. É um eletrônico calmo e gostosinho e o clipe tem um visual até legal.
Tété eu conheci por sugestão de um amigo e acabei por gostar bastante. Na minha opinião, músicas em francês já têm um charme enorme, só por este detalhe. Essa é super agradável.
Ainda nem fui atrás de mais coisas do Kyle Andrews, mas gostei imediatamente dessa música que ouvi fuçando no perfil de uma amiga canadense. Só fico na dúvida se gostei mais da música ou do vídeo extremamente amador.
Espero que gostem.
Michael Henry and Justin Robinett são os autores do cover seguinte. Eles cantam muito e a versão deles de "Airplanes/Brick by boring brick" ficou muito gostosinha de se ouvir. As duas originalmente cantadas pela Halley Williams do Paramore.
O próximo é do Boyce Avenue. Este já ficou famoso de tão talentoso que é. Difícil não gostar de algum dos covers que ele faz, mesmo sendo de uma música que normalmente você detestaria. Escolhi o de uma música que gosto muito e passei a gostar ainda mais com ele. "Everything you want", do Vertical Horizon.
Depois que Lady Gaga já ficou cansativa, de tanto ouvir por todo lugar, o Sam Tsui gravou esse Medley de músicas dela e me fez gostar um pouco novamente.
Pra terminar, existem também os covers de artistas já famosos para músicas de outros artistas. Abaixo Katy Perry cantando "Black and Gold" do Sam Sparro e Pixie Lott cantando "Use somebody" do Kings of Leon. Ótimas versões, na minha opinião.
Alison Sudol (Seattle, 23 de dezembro de 1984), conhecida como A Fine Frenzy, é uma cantora, compositora e pianista americana.Depois de aprender sozinha a tocar piano, investiu em suas narrativas na forma de músicas. Encontrou abrigo na melancolia melódica de novas bandas Britânicas como Aqualung, Radiohead, Coldplay, Keane, entre outras.Também foi influenciada pelo minimalismo diatônico de Philip Glass e a pela música islandesa (Björk, Sigur Rós). Inspirada, Alison desenvolveu o som de A Fine Frenzy - arranjos hipnóticos de piano sobre uma melodia clássica Americana, misturada com irresistíveis e atmosféricas músicas com o poder de alcançar todo o mundo.FONTE: LastFM
Local Natives é uma banda de indie rock de Silver Lake, Los Angeles.O som da banda é descrito como um “afropop influenciado majoritariamente por guitarras, uma percussão hiperativa de quase harmonia leve com uma sensação de falsas sinfonias…FONTE: LastFM